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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

DIA INTERNACIONAL PELA TOLERÂNCIA





Alguns filmes que abordam temáticas ligadas à tolerância:

A Missão – “The Mission” (1986 – 120/125 m)


América do Sul, século XVIII. Depois da morte de um missionário jesuíta no interior da selva, o Padre Gabriel (Jeremy Irons) tenta entrar em contacto com a tribo responsável.O mercenário traficante de escravos Mendoza (Robert De Niro) também encontrou um filão nesta região inexplorada. Um homem desprovido de compaixão, não hesita em matar o irmão Felipe quando descobre que é para este que vai o amor da jovem Carlota. Gabriel convence-o a procurar refúgio espiritual na missão. Anos mais tarde, um novo tratado é assinado, e um representante da igreja chega para decidir o destino da missão, agora governada por Gabriel e Mendoza. Mas as tropas encarregadas de a destruir já vão a caminho. Mendoza e Gabriel enfrentam um terrível dilema: obedecer à ordem Papal e abandonar a missão, ou ficar e defender os índios. Gabriel opta pela salvação, mas Mendoza luta ferozmente contra os espanhóis, ao lado dos índios que outrora explorara.


A Lista de Schindler - “Schindler’s List”

(1993 – 187 m)

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 Lista de Schindler, um filme de Steven Spielberg, é uma obra-prima, que se tornou um dos mais distinguidos filmes de todos os tempos. O filme representa a indelével história do enigmático Oskar Schindler,  um membro do partido nazi, mulherengo e especulador de guerra, que salvou a vida a mais de 1100 judeus durante o Holocausto. Foi o triunfo de um homem que fez a diferença no drama daqueles que sobreviveram a um dos capítulos negros da história da humanidade, salvos pelo que ele fez.



Amistad (1997 – 148 m)

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Baseado numa história verídica, o filme relata a incrível viagem de um grupo de escravos que se apoderam do comando do navio que os transportava a fim de regressarem à sua terra natal. Quando o navio, chamada La Amistad, é de novo recapturado e levado para os EUA, os escravos são acusados de crime e encarcerados à espera do seu destino. Inicia-se um processo que irá confrontar as bases de todo o sistema judicial americano. Mas para os homens e mulheres em causa, é uma simples batalha pelo direito básico de toda a humanidade… a liberdade.


Grita Liberdade – “Cry Freedom” (1987 – 151m)

(1987 – 151m)

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A história de uma amizade memorável entre dois homens inesquecíveis. A tensão e o terror dos tempos do Apartheid na África do Sul são poderosamente retratados neste emocionante filme realizado por Richard Attenborough, que nos conta a história de um activista negro Stephen Biko (Denzel Washington) e de um editor liberal de um jornal branco que arrisca a sua própria vida para divulgar ao Mundo a mensagem de Biko. Depois de ter conhecimento dos verdadeiros horrores do Apartheid, através das descrições de Biko, o editor Donald Woods (Kevin Kline) descobre que o seu amigo foi silenciado pela polícia. Determinado a fazer ouvir a mensagem de Biko, Woods embarca numa perigosa aventura para escapar da África do Sul e divulgar ao mundo a impressionante história de coragem de Biko. A fascinante história mostra as facetas da humanidade nas suas vertentes mais terríveis e mais heróicas. 



Billy Elliot – “Billy Elliot” (2000 – 106 m)

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Quando Billy, um rapazinho de 11 anos, descobre uma classe de ballet que partilha o ginásio com o seu clube de boxe, há algo na magia dos movimentos que capta a sua atenção. E depressa troca as lições de boxe pelas de ballet, sem que a família o saiba. O pai e o irmão de Billy, ambos envolvidos numa greve de mineiros, lutam para pôr comida na mesa. As suas frustrações vão ao rubro quando descobrem que Billy anda a gastar o dinheiro das aulas de boxe numa ocupação pouco masculina. A professora de ballet convence Billy a prosseguir as aulas sem pagar, mas não consegue fazer o pai de Billy compreender o talento do filho. Enraivecido pela incompreensão da família, Billy executa uma dança só para o seu amigo Michael, mas é visto a meio da interpretação pelo pai. Descobrindo ali mesmo o talento do filho, o pai garante-lhe que terá a sua oportunidade de ir a uma audição a Londres. Com a ajuda dos outros mineiros, Billy e o pai chegam finalmente a Londres para o grande dia…

sábado, 14 de novembro de 2009

S. Tomás de Aquino escreveu acerca de tolerância: 

“No regime humano a autoridade tolera com acerto alguns males para não impedir alguns bens ou para que não se incorra em males piores”. 

TOLERÂNCIA "NO COMMENT"


Frisch?!


A tolerância é sempre um indício de que um poder é visto como seguro; quando se sente em perigo, nasce sempre a pretensão de ser absoluto; nasce, portanto, a falsidade, o direito divino do seu privilégio, a inquisição.

                                                                 M. Frisch (escritor suíço 1911-1991)

Se te pedissem para eleger uma música para Hino à tolerância, um grito de dor que ecoasse "na imensidão do céu", qual escolherias?

Deixo a minha sugestão:


 

 



E por que não um  "Hey you", vindo do outro lado do "Muro"?




 
Hey you! Out there in the cold 
Getting lonely, getting old, can you feel me? 
Hey you! Standing in the aisles 
With itchy feet and fading smiles, can you feel me? 
Hey you! Don’t help them to bury the light 
Don't give in without a fight. 
Hey you! Out there on your own 
Sitting naked by the phone would you touch me? 
Hey you! With your ear against the wall 
Waiting for someone to call out would you touch me? 
Hey you! Would you help me to carry the stone? 
Open your heart, I'm coming home 
But it was only a fantasy 
The wall was too high as you can see 
No matter how he tried 
He could not break free 
And the worms ate into his brain. 
Hey you! out there on the road 
Doing what you're told, can you help me? 
Hey you! out there beyond the wall 
Breaking bottles in the hall, can you help me? 
Hey you! don't tell me there's no hope at all 
Together we stand, divided we fall.


E se fosses um poema sobre (In)Tolerância? Ou sobre o que dela decorre?
(Envia a tua sugestão, anónima ou não...)

Angústia


Tortura do pensar!  Triste lamento!
Quem nos dera calar a tua voz!
Quem nos dera cá dentro, muito a sós,
Estrangular a hidra num momento!

E não se quer pensar!... e o pensamento
Sempre a morder-nos bem, dentro de nós...
Querer apagar no céu - ó sonho atroz! -
O brilho duma estrela com o vento!...

E não se apaga, não... nada se apaga!
Vem sempre rastejando como a vaga...
Vem sempre perguntando: "O que te resta?..."

Ah! não ser mais que o vago, o infinito!
Ser pedaço de gelo, ser granito,
Ser rugido de tigre na floresta!

Florbela Espanca

"A poesia de Florbela caracteriza-se pela recorrência dos temas do sofrimento, da solidão, do desencanto, aliados a uma imensa ternura e a um desejo de felicidade e plenitude que só poderão ser alcançados no absoluto, no infinito. A veemência passional da sua linguagem, marcadamente pessoal, centrada nas suas próprias frustrações e anseios, é de um sensualismo muitas vezes erótico. Simultaneamente, a paisagem da charneca alentejana está presente em muitas das suas imagens e poemas, transbordando a convulsão interior da poetisa para a natureza."

                            in www.revista.agulha.nom.br/flor.html
(Aqui encontrarás outros poemas da poetisa)


sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Não seja intolerante a menos que ...


"Tolerância não é liberdade total..."

"Não seja intolerante a menos que se confronte com a intolerância”.

 Numa pequena cidade do interior, um deficiente físico, sem pernas, perambulava pela cidade com o auxílio das duas mãos e o apoio do tronco.

 Durante anos, no seu trajecto, foi importunado por um homem que dizia:

- Vai gastar o...

 Um dia ele perdeu a paciência e matou o importunador.

Em tribunal, no dia do julgamento, o aleijado foi duramente atacado, e tido como assassino cruel.

O advogado, ao iniciar a defesa, falou durante dez minutos elogiando a qualidade de cada membro do júri, até que o juiz interrompeu:

 - Se o senhor não iniciar a defesa, não permitirei que prossiga.

O advogado respondeu:

 - Meritíssimo, se o senhor não aguentou dez minutos de elogíos, imagine a situação do réu que suportou anos de insultos...


quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Por uma questão de (in)Tolerância


Como fazer frente à intolerância


1 - A luta contra a intolerância requer leis:


Todo o Estado tem a responsabilidade de fortalecer a legislação referente aos direitos humanos, proibir e castigar os crimes motivados pelo ódio e a discriminação das minorias independentemente do facto de estes crimes serem cometidos por representantes do Estado, organizações privadas ou indivíduos. O Estado deve garantir um acesso equitativo aos tribunais e aos organismos de defesa dos direitos humanos ou de mediação para que os cidadãos não apliquem a sua própria justiça nem recorram à violência para resolver os seus litígios. 

2 - A luta contra a intolerância requer educação:


As leis são necessárias mas insuficientes quando se trata de combater a intolerância nas suas raízes ou atitudes individuais. A intolerância tem frequentemente origem na ignorância e no medo: medo do desconhecido, do outro, de outras culturas, nações, religiões. A intolerância encontra-se também intimamente ligada a um sentimento exagerado do seu próprio valor de orgulho que pode ser pessoal, nacional ou religioso. Estas noções ensinam-se e aprendem-se desde a infância; pelo que a educação para a tolerância deve intensificar-se. É preciso habituar as crianças, tanto em casa como na escola, a mostrarem-se mais abertas, curiosas e receptivas.

A educação é um processo contínuo que se prolonga durante toda a vida; não começa nem termina na escola. As tentativas de incutir a tolerância por meio da educação não terão êxito se não se dirigirem a todos e em todas as partes: em casa, na escola, no trabalho, em lugares de diversão e, agora, através das auto-estradas da informação. 

3 - A luta contra a intolerância requer o acesso à informação:

A intolerância é muito perigosa quando se usa ao serviço de ambições políticas e territoriais de um indivíduo ou grupo. Os que incitam ao ódio começam com frequência por identificar os alicerces da tolerância na opinião pública antes de expor argumentos falaciosos, jogando com as estatísticas e manipulando o público apoiando-se em preconceitos e falsas informações. O meio mais eficaz para limitar a influência destes propagadores de ódio é tomar medidas que favoreçam a liberdade de imprensa e o seu pluralismo, a fim de que os leitores possam distinguir entre factos e opiniões. 

4 - A luta contra a intolerância requer uma tomada de consciência individual:

O sectarismo, os estereótipos, os insultos e as anedotas e gracejos racistas são outros tantos exemplos de tipos de manifestação individual com que se encontram confrontadas diariamente numerosas pessoas: incita as suas vítimas a vingar-se. Para combater a intolerância devemos dar-nos conta do vínculo que existe entre o nosso comportamento e o círculo vicioso da desconfiança e a violência na sociedade. Cada um de nós deveria começar por se perguntar: Sou tolerante? Tenho estereótipos em relação a certas pessoas ou grupos? Rejeito os que são diferentes de mim? Culpo-os das minhas dificuldades? 

5 - A luta contra a intolerância requer soluções locais:

Muitos sabem que os problemas de amanhã vão mundializar-se cada vez mais, mas poucos se dão conta de que a solução destes problemas é local e inclusive individual. Face ao aumento da intolerância que nos rodeia, não devemos esperar que os governos e as instituições actuem sós. Todos nós fazemos parte integrante da solução. Não deveríamos sentir-nos impotentes, pois possuímos uma capacidade enorme de poder. A acção não violenta é um meio de exercer este poder, o poder do povo. Os instrumentos da acção não violenta - formar um grupo para encarar um problema, organizar uma rede local, exprimir a sua solidariedade para com as vítimas da intolerância, detectar e desprestigiar a propaganda odiosa - estão à disposição de todos os que querem acabar com a intolerância, a violência e o ódio.  



sábado, 31 de outubro de 2009

A CAMPANHA GLOBAL PARA A EDUCAÇÃO


De volta em 2010




Presidente Clinton, Rainha Rania da Jordânia, BONO, JESSICA ALBA e FIFA anunciam Campanha GLOBAL pela Educação.
Líderes do sector privado prometem apoio à nova iniciativa global pela educação de alcançar 30 milhões de fãs de futebol mundialmente.

Na Iniciativa Global Clinton, o Presidente Clinton, Sua Magestade a Rainha Rania Al Abdullah da Jordânia, o co-fundador da ONE Bono, Jessica Alba e líderes do sector privado Cisco, Edelman e Intel juntaram-se para anunciar o apoio ao 1GOAL: Educação para Todos, uma nova iniciativa não-lucrativa centrada em assegurar que todas as crianças recebem educação.

Os organizadores da campanha e as estrelas de futebol estão a apelar aos milhares de fãs de futebol por todo o mundo para tornarem possível a educação para todas as crianças. 1GOAL tem um propósito: assegurar que 75 milhões de crianças que não frequentam a escola em África e nos países mais pobres do mundo tenham acesso a salas de aula, professores e ao futuro que a educação proporciona. 1GOAL dirige-se aos fãs de futebol e pede-lhes que juntem os seus nomes assinando em join1goal.org, dizendo aos líderes mundiais que a educação vence à pobreza.


“Enquanto a esperança de milhares de fãs por todo o mundo se vira para o Campeonato do Mundo da FIFA 2010 na África do Sul, nós podemos juntar-nos e actuar pela educação para todas as crianças” disse Sua Magestade a Rainha Rania da Jordânia, anunciada como co-presidente mundial da campanha e co-fundadora da campanha no evento de hoje. “Eu apoio o 1GOAL e o nosso compromisso comum de fair play para com gerações futuras e o acesso à educação para todos”.  

A FIFA, o orgão mundial dirigente das associações de futebol, também apoia a campanha do 1GOAL porque ela contribui para deixar um legado duradouro da "Copa do Mundo" da FIFA 2010 na África do Sul. “Para a FIFA, o futebol é mais do que um jogo. Nós temos uma imensa responsabilidade para com a sociedade e usamos o poder do futebol, em particular,  para promover uma mudança social positiva” disse Jérôme Valcke, Secretário Geral da FIFA. “Eu não consigo imaginar ter de optar entre alimentar a minha família ou colocar os meus filhos na escola, ou ver uma criança ir trabalhar de manhã em vez de ir para uma sala de aula” disse Jessica Alba, Co-Presidente Honorária dos EUA para o 1GOAL. “Vamos dar a todas as crianças a educação e as oportunidades que elas merecem, independentemente das suas circunstâncias”. Líderes do sector privado uniram-se para prometer o apoio à campanha, o que irá expandir significativamente o seu alcance mundial. Os líderes empresariais da iniciativa educativa “Turma de 2015”, CISCO, Edelman PR e a Intel comprometeram-se com esta campanha não-lucrativa sem precedentes, ao dar apoio técnico, comunicações e Relações Públicas para angariar 30 milhões de adeptos por todo o mundo. 

“Sabemos que quando o mundo dos negócios trabalha com a comunidade de ONGs e com o governo, ele é muito mais eficaz a abordar os nossos desafios sociais mais sérios”, disse Richard Edelman, presidente e director executivo da Edelman. “A Edelman orgulhosa-se de apoiar este trabalho tão importante da Campanha Global pela Educação e da 1GOAL em ajudar a proporcionar educação para todas as crianças”.

“A combinação da Cisco WebEx e câmaras de vídeo FLip Vídeo proporcionam uma plataforma poderosa para comunicar, partilhar ideias e colaborar numa escala mundial para ajudar a abordar os assuntos mundiais mais urgentes”, disse Tae Yoo, vice-presidente sénior de assuntos corporativos da Cisco. “A Cisco tem o prazer de trabalhar lado a lado com parceiros do sector público e privado para assegurar que crianças de todo o mundo têm acesso à educação, que é crucial tanto para o seu sucesso individual, como para a capacidade do seu país participar e competir eficazmente numa economia mundial”.

“Na Intel acreditamos que todos os estudantes devem ter acesso a uma educação de qualidade”, disse Shelly Esque, vice-presidente de assuntos jurídicos e corporativos da Intel. “Nós orgulhamo-nos de apoiar o 1GOAL através dos nossos canais de marketing online ao cativar os nossos clientes, trabalhadores, e milhares de professores e estudantes por todo o mundo a apoiar a educação para todos”.

Jogadores mundialmente famosos também entram em jogo pela educação. Alguns dos jogadores que se juntaram neste esforço incluem Rio Ferdinand, Thierry Henry, Robinho, Michael Essien, Aaron Mokoena (capitão da selecção sul africana), Kanu (capitão da selecção nigeriana), Nicolas Anelka, Michel Silvestre, David James, Kolo Toure, Javier Zanetti, Ivan Cordoba, Michael Owen and Mia Hamm (capitã da selecção dos EUA campeã do campeonato do mundo de futebol feminino em 1999). Também se juntaram ao 1GOAL campeões retirados, incluindo Marcel Desailly, George Weah, Roger Milla e a lenda do futebol inglês Gary Lineker.
“A educação pode mudar a vida e o futuro de uma criança, especialmente raparigas jovens, ao dar-lhes uma oportunidade e ao abrir-lhes portas que nunca pensaram possíveis”, disse Mia Hamm, capitã da selecção dos EUA campeã da Copa Mundial de Futebol Feminino em 1999. “Pessoalmente, eu sei que a minha educação me preparou para todos os desafios e oportunidades que encontrei ao longo da vida”.

Além do apoio dos jogadores de futebol e da FIFA, Bob Gedolf, Bono, a organização sem fins lucrativos Campanha Global pela Educação e o grupo de advocacia social ONE também prometeram o seu apoio. Para mais informações e para dar apoio ao 1GOAL: Educação para Todos, vá a www.join1goal.org e assine o seu nome por aqueles que não o podem fazer.




Líderes mundiais lançam campanha de educação na África do Sul

Campanha quer colocar na escola 75 milhões de crianças africanas


A Turma de 2015


A campanha  baseia-se no trabalho do projeto Class of 2015 (Turma de 2015), que foi lançado pelas Nações Unidas em Setembro de 2007 com o objectivo de colocar todas as crianças na escola até 2015. O projecto Class of 2015 faz parte da Campanha Global pela Educação, reunindo instituições de caridade, governos, e organizações nacionais e internacionais que apoiam a educação primária gratuita para todos.

Vídeo da Campanha iniciada em África




No passado dia 6 de Outubro, diversos líderes mundiais e estrelas de futebol  uniram-se para lançar a campanha "1Goal" (algo como "um golo" ou "uma meta"). O objectivo é fazer da educação um legado duradouro do primeiro Campeonato do Mundo Africano. A campanha irá reunir - via link de satélite ao vivo - declarações dos líderes do Reino Unido, África Sul, Espanha e Holanda sobre a importância de se alcançar o objectivo de educação para todos.

A campanha pretende recrutar dezenas de milhões de assinaturas de apoio para garantir um lugar na escola para os 75 milhões de crianças sem acesso a educação em todo o mundo. Para alcançar essa meta global, a campanha estabeleceu alguns objectivos:

  • Aumento do investimento governamental em educação - são necessários 7 bilhões $ extra - e manter os compromissos actuais;
  • Maior investimento com o objectivo de aumentar a quantidade de professores, livros e escolas nos países em desenvolvimento;
  • Fazer com que os milhões de pessoas nos países em desenvolvimento que irão assistir a Taça do Mundo de 2010 entendam a importância de enviar os seus filhos para a escola.
Mais um Vídeo de Campanha (2010)




http://www.join1goal.org/en/why-sign-up